Livros

Quando é preciso partir - Berenice Germano

15 março




O livro é um romance mediúnico dividido em duas partes que abordam assuntos diferentes, sendo a principal personagem Beatriz.
A primeira parte se passa na Rússia com Beatriz, mulher jovem e determinada e seu filho, um jovem soldado do exercito russo, durante uma revolta popular seu filho descobre que um  amigo foi morto, deixando mulher e filho pequeno, que são acolhidos por Beatriz. Em função da Guerra Civil, a família se vê obrigada a partir para o Brasil, deixando para trás sua terra natal que tanto amava.
Amor ao próximo, caridade e fé são ricas lições desta primeira parte que se finda com a dolorosa mudança de pátria.
A chegada ao Brasil da início à segunda parte do livro e as maiores provas do grupo familiar, o passado volta e a família se torna alvo do assédio de espíritos menos iluminados, o ódio e o desejo de vingança desses irmãos destroem o lar harmonioso construído por Beatriz. E surgem perguntas sem respostas: Como um rapaz saudável cai em desequilíbrio psíquico? Por que uma família extremamente amorosa e unida vê-se agora num verdadeiro abismo? Irmãos se tornariam de repente inimigos?
Durante a revolução paulista de 1932 um dos netos de Beatriz encontra um espírito iluminado, a moça que se tornaria sua esposa traz os conhecimentos do Espiritismo que auxilia a família a superar tantas adversidades.
Esta segunda parte traz conhecimentos riquíssimos, como perseverança, o poder da oração e do estudo, a importância da vigília dos nossos pensamentos.

Vida

O Amor da sua vida

06 março


 

Ninguém ama outra pessoa somente pelas qualidades que ela tem, caso contrário, os honestos, os simpáticos e os não-fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta.
O amor não é chegado a fazer contas, não obedece a razão.
O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estrelar. 
Costuma ser despertado mais pelas flechas do cupido que por uma ficha limpa. 
Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano.
Isso são só referenciais.
Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.
Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.
Ah, o amor, essa raposa.
Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática:
eu linda + você inteligente = dois apaixonados.
Não funciona assim.
Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC.
Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível.
Honestos existem aos milhares, generosos tem às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó!
Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é...

Drauzio Varela